maio 31, 2010

Ashtánga yantra

O poderoso ashtánga yantra, símbolo de proteção do SwáSthya
in blogdoderose

“O ashtánga yantra é o símbolo do SwáSthya Yôga, o Yôga Antigo. Suas origens remontam às mais arcaicas culturas da Índia e do planeta. Parte de sua estrutura é explanada no ShástraYantra Chintamani. Nessa obra clássica, sob a ilustração consta a legenda: “Este é o yantra que detém a palavra na boca do inimigo”. Constitui um verdadeiro escudo de proteção, lastreado em arquétipos do inconsciente coletivo.

“Como qualquer escudo de proteção, não pode ser usado como arma de ataque. Assim, ninguém conseguirá utilizá-lo para fazer mal a pessoa alguma. No entanto, se alguém agredir um protegido pelo ashtánga yantra, ferir-se-á gravemente. Por isso, quase todas as pessoas que usam o verbo para atacar o portador do ashtánga yantra costumam colher tão amargos infortúnios.”

(Extraído do livro Tratado de Yôga, DeRose, Editora Nobel)

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Olá querido Mestre,

Estou com saudades tuas!

Um dia destes estava a ler sobre as rodas das Runas e achei super interessante esta roda particularmente por ser parecida com o ashtánga yantra. Percebi que existem várias rodas e que esta em particular “Helm of Awe” represeta Poder e pode ser utilizadas como amuleto de força e de proteção. Diz a lenda que quem a usar tira o poder aos seus oponentes!

http://picasaweb.google.fr/parisyogaderose/Symboles#5472977536922518242

Um grande beijinho

Filipa – Espace Energie, Paris

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Maestro,

Otra curiosidad, los indígenas del sur de Chile también tienen una simbolo similar al ashtánga yantra, pero mas rústico y minimalista. Es el dibujo que se encuentra en el “Kultrun” el tambor usado por ellos y que es considerado el mas sagrado de sus instrumentos

http://www.google.com/images?q=kultrun+mapuche&um=1&hl=es&tbs=isch:1&sa=N&start=20&ndsp=20

un abrazo afectuoso

Juan Celedón
Chile

maio 21, 2010

maio 17, 2010

Rico Governo


Rico Governo

Desde sempre que se observam conflitos de gerações. As inúmeras adaptações e constantes mudanças que a cultura vai sofrendo, leva a que o seu veículo de disseminação – a Educação – provoque choques de interesses, pois tende a observar-se diferentes perspectivas de uma mesma realidade. Como consequência desse fenómeno social, os conflitos produzem progresso ou decadência de valores e costumes. Não são assim necessariamente maus! A atribuição de um juízo de valor, está por isso dependente do resultado final. No entanto, temos assistido à resistência de inúmeros valores morais ao longo destes tempos que se tornaram pilares de uma convivência social tolerável. Contudo, observo que estamos cada vez mais perto do abismo e receio não haver forma de evitar este descalabro.

Esta ruína apresenta-se como inevitável, a partir do momento que os nossos governantes são os primeiros a descumprir com as normas sociais e a revelar um comportamento de total desrespeito para com o outro. Quando perante um governo que, em altura de eleições, varre a sujeira para debaixo do tapete para iludir o eleitorado desprotegido; que assume um papel de vítima, acusando tudo e todos pelos seu insucesso e suplicando por auxilios como um drogado para manter o seu vicío, onde apenas alimenta a sua própria inércia; que utiliza um comportamento cínico e hipócrita procurando apenas o descrédito dos que falam a verdade; que pune quem se insurje contra os seus membros; então não há terra à vista. Esta postura que se arrasta à população em geral, e que se começa a sedimentar em todos os escalões da nossa sociedade, não faz jus ao que somos. Sempre fomos educados a observar no exemplo dos nossos antepassados, a força do povo português que contra qualquer intempérie sempre arranjava forma de vencer. Somos um povo destemido e que orgulhoso não receia olhar nos olhos de ninguém. Sabemos que é feio ficar a dever, e que somos responsáveis por aquilo que fazemos aos outros. Gostamos que olhem para nós com respeito e admiração e não que nos apontem o dedo por não agirmos em consonância com o que dizemos.

Atingimos um estado de sítio onde a lei da sobrevivência impera, é a altura do mata-mata, onde o outro é um opositor ao que se procura alcançar. Onde a meta proposta estará tão mais próxima quantos mais eu derrubar. É preciso uma revolução de valores urgente para que possamos reerguer-nos como individuos dignos.

Por conta de sermos uma democracia e executada pelo povo, somos uma nação que tem de manter um governo de quatro anos, não importando o que ele faz. Pergunto: Onde está a justiça nisto?