maio 13, 2009

SwáSthya Yôga


Swásthya Yôga

Seguramente, já muitos de vocês, ao depararem-se com o título desta coluna se questionaram quanto ao significado destas palavras. Não que esteja a questionar o vosso conhecimento, ou nível de cultura, mas apenas porque se refere a algo que muitos ainda não conhecem. Pois bem, hoje eu desvendo essa dúvida!
Swásthya Yôga é o nome dado à codificação do Yôga mais antigo e completo do mundo. Um yôga com mais de 5000 anos de história, e que no séc. XX é resgatado pelo Comendador DeRose, uma das maiores sumidades do assunto no mundo, com cerca de 50 anos de magistério. Sei bem, que muitos afirmam agora saber do que se trata, mas desenganem-se. Não caiam no erro comum de banalizar esta herança cultural, julgando-a pelos padrões instituídos por outros tipos de yôga que vos repostam a algo parado e místico. O Swásthya Yôga é uma forma de estar, tem por base uma prática extremamente completa que catapulta o indivíduo num processo de evolução ímpar, pois suporta-se no prazer. Prazer que provém de uma sensorialidade exacerbada, da observância do enorme potencial de crescimento e do controlo total do corpo, em suma, da conquista da perfeição.

Agora, é que gerei a maior controvérsia! Sei, que a discórdia chegou, e que muitos referem já que a perfeição não existe. Desde sempre, que todos são levados a acreditar que é inútil procurar o que não existe, e dessa forma mantém a atitude medíocre de se tornarem comuns. De procurarem o que os outros procuram, de terem o que os outros têm… Ao longo de toda a minha vida, me reprimi por pensar diferente, e como tal inibia-me de agir de acordo com o que sentia e até com o que sonhava. Pensava, que ao destacar-me pela diferença, os outros poderiam recriminar-me, e ao temer essa reacção, revelava-me comum. Igual aos outros. E esse receio tinha fundamento. Até na escola, os bons alunos são recriminados pelos outros. Mas, não é suposto esforçarmo-nos para sermos melhores? De que adianta realizar algo da mesma forma que qualquer outro faria?

Através do Swásthya vim dar força a essa voz que permanecia escondida. Esta cultura, fomentado pela sua prática, revela-nos auto-suficiência e auto-superação como formas de alcançar maior bem-estar e evolução. São as máximas que aplico diariamente.

Eu busco a perfeição, e nada me demove de alcançá-la! Se ficar mais perto do que não tentando, então já valeu bem a pena.

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